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domingo, 27 de janeiro de 2019

Quando a vida perde o sentido


Todos nós teremos diversas respostas pois cada um tem sua maneira de enxergar a vida e desejar as coisas. Não há o certo e o errado, mas sim escolhas.  A melhor resposta é aquela dada com a certeza, ou seja, se você sente insegurança e desconforto com algo ao responder essa pergunta é porque não tem a certeza da resposta.

Certamente há muitos aspectos que torna a vida mais significativa e há algumas coisas que você pode fazer para ajudar a encontrar seu propósito. Talvez um bom lugar para começar seja parar e olhar para sua vida no momento atual. Pensar seriamente sobre família, carreira, amigos, parceiro, crianças, viagens, lazer, enfim qualidade de vida e assim fazer uma lista e dar notas de satisfação é uma maneira para avaliar em que estado está cada aspecto.

Essa lista é a base da teoria de Maslow, da “Hierarquia das Necessidades”. Maslow era psicólogo e, de acordo com a sua teoria, nossas necessidade podem ser organizadas em uma pirâmide, com a base contando com o que é mais urgente em nossa vida e o topo da pirâmide com o que é mais importante.


Quando a vida perde o sentido



Nossas necessidades urgentes e fundamentais incluem nossas necessidades fisiológicas, como alimentos, oxigênio e talvez sexo, enquanto as coisas se tornam um pouco mais abstratas e inspiradoras quando nos aproximamos do topo.

Sua pirâmide parece algo como o seguinte, de baixo para cima:

·                     Necessidades fisiológicas – alimentos, respiração, água, sexo, sono;
·                     Segurança – abrigo, saúde, evasão de predadores / agressores;
·                     Amor / pertencimento – comunidade, amigos, família, parceiro;
·                     Estima – auto aceitação, autoestima, autoconfiança;
·                     Realização pessoal;

Então, a primeira coisa que podemos notar como surpreendente desta lista, é que amor e pertencimento não estão muito perto do topo – de fato, estão ao redor do meio.

Logo percebemos com surpresa nessa lista, é que o amor e pertencimento não estão muito perto do topo – e de fato, estão ao redor do meio.

Desse modo, percebemos que Maslow não considera o amor como item fundamental para dar significado à vida.  Contrariando os poetas, isso quer dizer, que não podemos confiar em outras pessoas para assegurar nossa felicidade, significado e realização.


Quando a vida perde o sentido
Em certo ponto da trajetória da vida, não ter objetivos para lutar por ele pode ser a razão da falta de sentido

Se todo seu significado vier de outra pessoa e você precisa deles para seu senso de autoestima e realização, você pode se tornar possessivo, ciumento, pegajoso ou de qualquer outra forma, tóxico nesse relacionamento. O que faz com que essa dependência a outra pessoa o deixe vulnerável, pois em caso de rompimento, o seu mundo vai desabar.

Se você conhece pessoas que tem famílias incríveis, perfeitas e aparentemente felizes e mesmo assim essas pessoas não se sentem felizes, saiba que isso é bem comum. Essas pessoas estão presas em uma rotina e são infelizes porque não têm senso de propósito. E isso é bem comum.

Mais no alto temos a estima que quer dizer que, para ser feliz e realizado, e ter mais significado na vida, é preciso descobrir como viver consigo e gostar de si mesmo.

Caso contrário, será infeliz em tudo o que fizer e não terá ferramentas necessárias para levar sua vida ao próximo nível.

Contudo, o número um é a auto realização. É a nossa história narrada com a superação de obstáculos de forma heroica, é crescer, adaptar e aprender com tudo isso. É o que nos ajuda a encontrar a carreira adequada, o amor, filhos, lazer e ver que caímos e nos levantamos. Pois a parte mais importante foi o nosso crescimento diante dos  desafios.

Se ficamos confortáveis, nunca conseguiremos progredir e nos desenvolver.  Não é a toa que psicólogos e mestres do desenvolvimentos pessoal, de todo o mundo, nos dizem para sairmos da nossa zona de conforto para que possamos subir um nível evolutivo.  

Quando a vida perde o sentido
Se sente que sua vida está estagnada, é melhor traçar objetivos novos e um plano para conquistá-los.

Se está tão profundamente enraizado em nós que devemos seguir as coisas que queremos na vida, continuar assumindo novos desafios e sair da nossa zona de conforto nos tornarmos algo novo – melhor – mais produtivo – mais realizado … então, por que é que muitos de nós eventualmente acabam em trabalhos sem sentido e com sentimento de que não estamos realizados como resultado?

Isso pode chegar a algo chamado “sombra evolucionária”. Isto que dizer que quando chegamos a um certo ponto na vida, idade, que já realizamos alguns de nossos objetivos, mesmo que não como sonhamos no passado, temos que traçar novas metas, pois ficamos sem direção.

Dessa forma, estimular o cérebro com novos objetivos de vida, faz com que ele entenda que está ganhando vida e isso potencializa o desafio. Lembrando que o corpo está em constante movimento e transformação, basta você decidir se prefere se movimentar para frente (novos desafios e objetivo) ou para trás (melancolia e estagnação).

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